Histórias
Todas as histórias dos últimos trimestres, na ordem em que foram contadas.
Quem não parou no dia do lançamento
Contadas por clientes dos últimos trimestres e publicadas com autorização.
01Waldemar C. · sócio de uma empresa de rastreamento agrícola
Voltamos um degrau na segunda semana. Doeu no orgulho e salvou o mês: o problema apareceu com dez contas, não com duzentas.
02Ivete do N. · diretora de uma rede de laboratórios
Os quatro números foram combinados antes do ar. A reunião do mês deixou de ser quem fala mais alto.
03Genésio P. · dono de uma empresa de irrigação
O ensaio interno de duas semanas achou coisas que nenhuma reunião tinha achado em três meses.
04Lúcia H. · gerente de operações de uma cooperativa
A lista de falhas é curta e revisada na sexta. Antes a gente tinha trezentos itens e nenhum resolvido.
05Altair M. · coordenador de TI de uma rede de supermercados
Uma mudança por vez parecia lento. No terceiro mês eu sabia exatamente qual tela tinha mexido no retorno.
06Neusa B. · sócia de uma empresa de consultoria ambiental
Cortamos duas funções no trimestre. Ninguém reclamou, e o produto ficou mais fácil de explicar para cliente novo.
07Ronivon S. · dono de uma transportadora de grãos
A primeira semana teve dono e horário. Eu sabia quem responder quando um cliente ligava às sete da manhã.
08Zilda F. · gerente de produto de uma empresa de software agrícola
Ficaram com a gente até o terceiro mês. A parte que eu achava opcional foi a que mais rendeu.
O que perguntam sobre o depois
Seis respostas escritas do jeito que as damos na conversa.
Vocês só acompanham lançamentos ou constroem o produto?
Construímos o serviço inteiro: recorte, telas, código, planos e pagamento, área do assinante, área interna e integrações. O lançamento e os três meses seguintes são o exemplo que usamos porque é a parte que quase ninguém contrata e que decide o resto.
Por que lançar em degraus e não de uma vez?
Porque com dez contas dá para conversar com todas e entender o que aconteceu. Com duzentas, o mesmo problema vira fila de atendimento e ninguém consegue olhar caso a caso.
O que vocês medem, exatamente?
Quantas contas entram, quantas chegam a fazer o trabalho principal pelo menos uma vez, quantas voltam na segunda semana e quantas saem. São quatro números simples, combinados antes do ar, e cada um tem uma definição escrita para não mudar de sentido no meio do caminho.
E se o produto tiver problema depois do ar?
Falha aparece em produto novo — a questão é o tempo até alguém saber. Existe monitoração com aviso, dono definido nas duas primeiras semanas, lista curta de falhas revisada toda sexta e tempo de resposta combinado por gravidade.
Dá para contratar só o acompanhamento?
Dá, e acontece bastante. Lemos o produto que já existe, combinamos os quatro números e entramos no ritmo mensal. Nesse caso pedimos duas semanas de leitura antes da primeira reunião.
Como é o pagamento?
O trimestre completo é dividido em três parcelas — escopo aprovado, produto em ensaio interno e produto aberto. O acompanhamento mensal é cobrado no início de cada mês, com trinta dias de aviso para encerrar.
Conte o que você pretende fazer na segunda-feira seguinte ao lançamento
Se a resposta for «ver como vai», vale conversar. É exatamente essa semana que costuma decidir o primeiro trimestre inteiro.